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Informativo GEA

Complexo de enfezamento do milho
 
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1 INTRODUÇÃO 

    Dentre as doenças que acometem a cultura do milho (Zea mays), destaca-se o complexo de enfezamentos, causados por molicutes e vírus. O complexo é formado pelos enfezamentos vermelho e pálido, causados por molicutes,  e pela mancha de raiado fino, causado por vírus. No cenário vigente, percebe-se que tais patologias geram perdas significativas de produtividade, em até 70%, visto que os enfezamentos acometem consideravelmente a superfície potencial fotossintetizante e ocasionam um subdesenvolvimento na planta, tal como perfilhamentos indesejados e malformações de espigas. Nesse sentido, no último ano o prejuízo financeiro chegou a R$6,5 bilhões, representando uma perda de 23% de produtividade a nível nacional.

      O processo de infecção é iniciado por intermédio da cigarrinha do milho (Dalbulus maidis), a qual realiza a sucção do feixe floemático, e quando portadora dos patógenos, causa a infecção da planta. Sendo assim, a forma mais efetiva de atenuação do complexo de enfezamentos é, em verdade, o controle do inseto vetor.

     A ocorrência desses enfezamentos varia pelo território brasileiro, podendo variar entre safras. Comumente, a maior pressão de cigarrinhas se dá na safrinha, visto que seu pico de infestação muitas das vezes ocorre nos meses de janeiro a maio. A seguir é possível analisar a flutuação populacional no decorrer dos ciclos de 2023 e 2024 em um experimento (Silva, 2025). 

​Figura 1 - Enfezamentos do milho no Brasil | FONTE: Agro em campo

​Figura 2 - Dinâmica populacional de Dalbulus maidis no milho | FONTE: Scielo

2. VETOR

     A cigarrinha-do-milho, Dalbulus maidis (ordem Hemiptera), é o único inseto vetor capaz de transmitir os molicutes (espiroplasma e fitoplasma) e o vírus MRFV, sendo considerada uma das principais pragas da cultura do milho.    

 

Figura 3 - Cigarrinha-do-milho, vetor do complexo do enfezamento do milho. | FONTE: Mais soja.

 

     A cigarrinha é um inseto sugador que se alimenta da seiva da planta, obstruindo os vasos do floema, sendo essa a  forma como esses insetos contraem os patógenos acima destacados.

     Ela possui um corpo de coloração branco-palha com manchas negras no abdômen e duas manchas pretas na cabeça, similares a olhos escuros (Imagem). Seu ciclo de vida, do ovo ao adulto, dura em média 45 dias. No entanto, em condições favoráveis, com temperaturas variando de 26°C a 32°C, elas tendem a se desenvolver mais rapidamente, completando seu ciclo em até 24 dias. Cada fêmea pode colocar até 600 ovos por ciclo, sendo esse um dos fatores que tornam essa praga particularmente preocupante, sua alta capacidade de multiplicação e dispersão. Os adultos e ninfas permanecem agrupados no cartucho do milho, formando colônias que aumentam a eficiência de aquisição e inoculação dos patógenos ao passo que dificultam sua detecção e posterior controle(Cota et al., 2021) .

 

Figura 4 - Colônia de cigarrinha no cartucho do milho | FONTE: Notícias agrícolas.

 

2.1. Relação Patógeno-Vetor

     A cigarrinha se alimenta da seiva da planta de milho, dessa maneira adquire os molicutes e vírus ali presentes (quando a planta está infectada),esse processo de aquisição dura em torno de duas a três horas até que os patógenos consigam adentrar o corpo do inseto e seguir então até as glândulas salivares. Nesse momento inicia-se o período de latência, ou seja, a multiplicação desses patógenos nos tecidos do inseto, se estendendo durante um período de 3 a 4 semanas, podendo esse tempo ser reduzido em condições de temperaturas elevadas. A partir 6 desse momento essas cigarrinhas se tornam transmissoras, e quando forem se alimentar de outras plantas irão transmitir os molicutes e vírus para a planta sadia (Silva Alasse, 2023).

    O fato de termos 2 safras de milho seguidas uma da outra no país contribui para a migração de insetos infectados de lavouras no final do ciclo para lavouras com plantas ainda jovens. Vale ressaltar que após a planta ser infectada, os sintomas serão expressos após 4 a 7 semanas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Figura 5 - Ciclo da Cigarrinha-do-milho relacionado com a  duração de processo segundo o patógeno. CSS: Corn Stunt Spiroplasma; MBSP: Maize Bushy Stunt Phytoplasma; MRFV: Maize rayado fino vírus.| FONTE: JMDAgro Consultoria (Instagram). 

 

     O ciclo de vida da cigarrinha dura em média de 26 a 45 dias, dependendo das condições ambientais, como dito anteriormente. A fêmea coloca seus ovos dentro do tecido da nervura central das folhas. Em condições favoráveis, esses ovos eclodem em nove dias, dando origem às ninfas, que passam por 5 ínstares, completando seu desenvolvimento em até 16 dias (Lagoas & Magid, 2004). O ciclo de ovo a adulto tem duração entre 15 e 27 dias, de acordo com a temperatura e umidade do ambiente. Já a fase adulta da cigarrinha apresenta longevidade de 51  a 77 dias, dessa maneira, em condições ambientais que favoreçam seu ciclo, a cigarrinha pode ser capaz de produzir mais de 2 gerações durante o período de cultivo do milho, tanto no verão quanto na safrinha(Avila et al., 2022).

3. PATÓGENOS

3.1. Spiroplasma kunkelii  

     O espiroplasma (S. kunkelii), patógeno causador do enfezamento pálido, possui morfologia helicoidal, a qual permite sua motilidade flexional e rotacional. Por ser um microrganismo com genoma reduzido, o espiroplasma é um parasita obrigatório, visto que o S. kunkelii não possui capacidade de metabolizar certos nutrientes essenciais, tornando-o um parasita obrigatório.

 

Figura 6 - Spiroplasma kunkelii  | Fonte: Researchgate.net

3.2. Candidatus phytoplasma  

     O enfezamento vermelho no milho, em inglês maize bushy stunt phytoplasma (MBSP), é causado por fitoplasmas. Atualmente, não se atribuem nomes específicos aos organismos causadores da patologia, visto que não podem ser cultivados em meios de cultura. Portanto, atribui-se aos patógenos a denominação Candidatus phytoplasma. Quando comparados aos espiroplasmas, os fitoplasmas possuem um maior potencial sistêmico. Isto é, conseguem se agregar às folhas mais abaixo da planta.

 

Figura 7 - Biodiversity science: Phytoplasma. | FONTE: Blogspo

3.3. Maize rayado fino vírus - MRFV

    O vírus Maize rayado fino vírus - MRFV é responsável por causar o raiado fino no milho. Sua propagação se dá pela cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) de forma semelhante aos enfezamentos causados por molicutes. Seu dano é traduzido em um subdesenvolvimento da planta, bem como espigas com tamanho de grão reduzido, dessa forma acometendo a produtividade das plantas (Castanheira et al. 2021).

 

4. ENFEZAMENTO VERMELHO

      O enfezamento vermelho, causado por fitoplasmas Candidatus phytoplasma, é atualmente uma das enfermidades que mais acometem as produções da gramínea na atualidade.

     O dano efetivo do fitoplasma é gerado a partir de sua entrada nas folhas do baixeiro da planta, cessando a transferência de fotoassimilados às folhas do ponteiro e gerando uma maior quantidade de açúcares concentrados nas primeiras folhas. Essa maior concentração de carboidratos gera uma maior reação com a luz solar traduzida em moléculas reativas, assim, a planta reage com a síntese de compostos de defesa, a antocianina, por exemplo, o que causa o avermelhamento das folhas acometidas pelo patógeno, sintoma característico da enfermidade. Ademais, observa-se porte reduzido e malformações de espigas, afetando diretamente a produtividade.

 

 

 

 

 

Figura 8 - Sintomatologia do Enfezamento vermelho no milho. | FONTE:elevagro

 

5. ENFEZAMENTO PÁLIDO

   O enfezamento pálido no milho, em inglês corn stunt spiroplasma(CSS), é causado pelos espiroplasmas(Spiroplasma kunkelii ), os quais colonizam o floema da planta afetando o transporte de sacarose e outros compostos orgânicos. Em geral, os sintomas desse tipo de enfezamento são manifestados durante o período de enchimento de grãos de milho(Wordell et al., 2012).

    A sintomatologia característica causada pela infecção dos espiroplasmas são estrias cloróticas irregulares, tendendo ao branco, que saem da base do colmo e seguem em direção ao ápice foliar, em alguns casos também ocorre o amarelecimento das plantas. O encurtamento dos entrenós, menor desenvolvimento da planta e a proliferação de espigas são características de ambos os enfezamentos (Wordell et al., 2012).

    É importante salientar que uma mesma planta pode apresentar os dois tipos de enfezamento, exibindo os sintomas de ambos os patógenos.

 

 

 

 

 

 

 

Figura 9 - Sintomas causados pela infecção de espiroplasmas no milho | FONTE: Revista cultivar

 

6. RAIADO FINO

     O raiado fino ou “Risca do milho” é a doença causada pelo vírus Maize rayado fino vírus - MRFV, o qual é transmitido pelo mesmo vetor. A infecção compromete o tecido foliar e reduz a área fotossinteticamente ativa da planta.  

     O sintoma característico da risca do milho são pequenos pontos cloróticos nas folhas que podem evoluir para linhas finas ao longo das nervuras, indicando uma colonização sistêmica. Quando a infecção ocorre em estágios mais precoces, é comum acarretar a redução do crescimento e abortamento das gemas florais (Embrapa, 2021).

     Em áreas com alta pressão do inseto vetor, é comum verificar plantas com sobreposição de sintomas entre os molicutes e os vírus. 

Figura 10 - Sintomas de risca do milho ou raiado fino. | FONTE: Embrapa

 

7. CONTROLE

     O controle do Complexo de enfezamentos do milho é feito através do manejo do inseto vetor, a cigarrinha, uma vez que as alternativas de manejo para bactérias e vírus não são efetivas ou, simplesmente, não apresentam alternativas viáveis.

     Os molicutes e vírus não são transmitidos para a prole do inseto, assim, questões como controle de pontes verdes e de plantas que abrigam essas espécies de vetores no campo (como algodão e batata) são de suma importância.

     O controle da cigarrinha deve ser feito nos primeiros estágios do milho, seguindo até no máximo V8. Seu controle no início do desenvolvimento da cultura é crucial, visto que nessa fase, as plantas são mais sensíveis à infecção pelos patógenos. Quando a planta é infectada nesse momento, os sintomas costumam ser mais severos, sendo analisados a partir do momento em que o milho inicia o pendoamento, comprometendo uma escala maior da produtividade.

 

7.1. Amostragem e manejo preventivo 

     Métodos de amostragem de cigarrinha-do-milho são importantes para mensurar a pressão da praga em áreas auditadas. A partir disso, deve-se checar a viabilidade de aplicação de acordo com o dano vigente e o histórico da área. Nesse sentido, não se estabelece um nível de controle específico para a Dalbulus maidis, visto que o dano causado pelos enfezamentos está relacionado com a quantidade de indivíduos infectados por molicutes, não pela densidade populacional da Hemiptera na área. Entretanto, segundo a cartilha produzida pela Embrapa em 2021, recomenda-se que o controle da cigarrinha não ultrapasse 40 dias após a emergência da cultura. (Cota et al., 2021) .

     Para fins de amostragens existem diversas formas de monitoramento da praga, como exemplo o método adaptado de (Waquil, 1997) sugerido pela Embrapa em sua cartilha publicada “Protocolos para experimentação, identificação, coleta e envio de amostras da cigarrinha Dalbulus maidis e de plantas com enfezamentos em milho”.  

     O método consiste na coleta de cigarrinhas alojadas no cartucho da planta através de sacos plásticos. Após a coleta, o número de cigarrinhas coletadas é computado. Por fim, realiza-se o processo periodicamente até que a cultura atinja o estádio fenológico V8.

     Ademais, deve-se erradicar a ocorrência de milho “tiguera”, plantas ou restos culturais passíveis de rebrota, como espigas remanescentes no solo após colheita. Esse cuidado é importante para evitar pontes verdes, fator que impulsiona a incidência imediata de cigarrinhas na área após o plantio.

 

7.2. Controle químico

     Atualmente, o controle químico é o mais eficiente a ser utilizado para as cigarrinhas. Nesse sentido, destaca-se a utilização de moléculas inseticidas de choque, ação por contato, como o acefato. 

 

 

 

 

 

 

Figura 11 - Eficácia de controle (%) de cigarrinha-do-milho na primeira aplicação sob diferentes inseticidas sintéticos e biológicos pulverizados individualmente e de forma combinada, avaliados após 48 horas de aplicação (A) e 96 horas após aplicação (B). l Fonte: Freitas, K.

 

     Nesse contexto, pode ser analisado que o tratamento de maior eficácia nas primeiras 48 horas foi o T6, com acefato. Após isso, na janela de 96 horas, nota-se que todos os tratamentos obtiveram quedas abruptas, com melhor potencial de controle obtido pelo T2 com Isaria fumosorosea. Indicando que o manejo integrado de cigarrinhas pode ser potencializado com a utilização em conjunto de químicas em conjunto com biológicos. Ademais, além do acefato, utiliza-se a composição em conjunto de lambda-cialotrina + isocicloseram, apresentando ótimos resultados como alternativas de rotação das moléculas a fim de atenuar a incidência de resistência dos insetos.

 

7.3. Controle biológico

     O controle biológico é uma ótima alternativa para o controle da cigarrinha-do-milho visando um efeito duradouro em conjunto com o manejo integrado a partir de defensivos químicos. Atualmente, dentre as alternativas disponíveis no mercado, destacam-se inoculantes de Beauveria bassiana, Cordyceps javanica, fungos entomopatogênicos de amplo espectro caracterizados pelo controle efetivo da Hemiptera. Ademais, novas tecnologias e cepas de biológicos são comumente desenvolvidas devido à grande demanda atual. Nesse sentido, o Isaria fumosorosea, uma espécie de fungo entomopatogênico, apresentou bons resultados para a atenuação da disseminação dos enfezamentos impedindo que o inseto se alimente corretamente no floema, o fungo reduz de forma drástica a capacidade da cigarrinha de transmitir os patógenos (vírus e bactérias causadores dos enfezamentos) para o milho, e posteriormente, colonizando o corpo do inseto e produzindo estruturas reprodutivas, causando sua morte (Maluta, 2023). 

 

8. CONCLUSÃO

     Os enfezamentos são enfermidades que geram danos significativos à cultura do milho no Brasil e podem ser causados por molicutes ou vírus. Sua disseminação ocorre por intermédio da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), um inseto da ordem Hemiptera caracterizado por um alto poder de reprodução e mobilidade.  

     No cenário vigente, nota-se que o monitoramento e controle do inseto são cruciais para atenuar os danos causados pelos enfezamentos, visto que não existem formas efetivas de controle dos patógenos de forma direta. Portanto, manejos preventivos e ativos para o controle da Hemiptera devem ser realizados de forma planejada a fim de cessar grandes danos pelas enfermidades.

     Dentre as formas de controle, as formas mais eficazes na atualidade são advindas de aplicações de químicos, e recomenda-se a utilização de inóculos biológicos de forma concomitante para garantir um menor potencial de resistência dos insetos.

Autores: Ana Clara Santana Lemos (Láqtia) e Andress Gomes Lino (Avitxi).​

         

9. REFERÊNCIAS 

AIRES, Rafaella. Cigarrinha-do-milho: como combater essa praga? AgriQ Receituário Agronômico On-Line - Uma Solução Aliare, 12 abr. 2024. Disponível em: https://www.agriq.com.br/cigarrinha-do-milho/. Acesso em: 3 set. 2026.

Avila, C., Oliveira, C., et al. (2022, December). Cigarrinha-do-milho desafios ao manejo de enfezamentos e viroses na cultura do milho. https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1152076/1/DOC-149-2022-ONLINE-1.pdf . Acesso em: 7 set.2026.

COTA, Luciano Viana et al. Manejo da cigarrinha e enfezamentos na cultura do milho. Embrapa Milho e Sorgo, Sete Lagoas, v. 1, n. 1, p. 1-17, 2021. https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1130346/1/Cartilha-Manejo-cigarrinha-enfezamentos-milho.pdf Acesso em : 3 set.2026

EMBRAPA. Perguntas e respostas - Portal Embrapa. Portal Embrapa, Brasília, DF, 2024. Disponível em: https://www.embrapa.br/en/controle-da-cigarrinha-do-milho/perguntas-e-respostas. Acesso em: 3 set. 2026.

EQUIPE MAIS SOJA. Quando controlar e quais os produtos com registro para a cigarrinha-do-milho? Mais Soja - Pensou Soja, Pensou Mais Soja, 6 dez. 2022. Disponível em: https://maissoja.com.br/quando-controlar-e-quais-os-produtos-com-registro-para-a-cigarrinha-do-milho/. Acesso em: 3 set. 2026.

FREITAS, Kellen da Silveira. Integração dos métodos de controle químicos e biológicos no manejo de cigarrinha do milho (Dalbulus maidis). 2025. 60 p. Dissertação (Mestrado em Agronomia) - Centro de Ciências Rurais, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2025. 

HAAS, Isolda Cristina Ruschel et al. Biochemical modifications and corn stunt progression is dependent on maize susceptibility to Spiroplasma kunkelii infection. Tropical Plant Pathology, v. 48, p. 556-563, 2023.

Lagoas, S., & Magid, J. (2004). CIGARRINHA-do-milho: Vetor de molicutes E vírus. https://www.embrapa.br/documents/1344498/2767891/cigarrinha-do-milho-vetor-de-molicutes-e-virus.pdf/17d847e1-e4f1-4000-9d4f-7b7a0c720fd0 Acesso em: 7 set.2026.

LENNER. Enfezamento do milho: tudo o que você precisa saber. AgroReceita, 17 jul. 2023. Disponível em: https://agroreceita.com.br/enfezamento-do-milho/. Acesso em: 3 set. 2026.

Maluta, N., Castro, T. & Spotti Lopes, J.R. DC - Formas de onda de grafo de penetração elétrica para Dalbulus maidis (Hemiptera: Cicadellidae) e os efeitos de fungos entomopatogênicos em seu comportamento de sondagem. Sci Rep 13, 22033 (2023). Disponível em: Formas de onda de grafo de penetração elétrica DC para Dalbulus maidis (Hemiptera: Cicadellidae) e os efeitos de fungos entomopatogênicos em seu comportamento de sondagem | Relatórios Científicos . Acesso em: 6 set 2026

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ZORZZI, Ivan Carlos. Cigarrinha-do-milho: como fazer o controle biológico! Simbiose Agro, 9 jan. 2024. Disponível em: https://simbiose-agro.com.br/noticias/controle-biologico-cigarrinha-milho/. Acesso em: 3 set. 2026.

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